o segurança do condomínio passa e o meu cachorro desconfiado late.
um grilo emite um som ritmado e irritante. bebi leite com chocolate.
a confusão cotidiana contudida claustrofóbica corrompedora de mente
um órgão novo: celular telepático radiotivo de aparelhagem aparente.
cibelle em voz suave e ruídos destorcidos pede pra não ser comida.
sua voz suave suavidade sua gravidade sua vez sua voz suave,
o sabonete líquido patético pede pra ser sentido. letras sem vida.
sua presença se liquefez na minha retina cristalina derretida...
como o rugido voraz da turbina do avião que arranha grave.
a visão previsão profusão determina o que escorre pelas paredes e
o rubor escarlate do líquido pulsado pelos vasos oculares ocultados.
a cidade não se lembra de mim, mas eu conheço e fiz cada caminho
eu conheço esse ser nefasto que não me conhece. sem ovos no ninho.
então, tudo que poder ser sentido pode ser um sentido alucinado.
é possível então a cidade ser apenas uma alucinação que eu vivo
ou eu posso ser uma alucinação da cidade, mas que ela ainda não sentiu.
escritos:
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
your aura is purple
so she said...
but then
i saw the purple.
don't know
if its aura.
i've never
-perhaps-
seen aura.
how would
you call
something
you've never
seen?
o olho pesa a luz,
a pálpebra pesa
de sono que pesa
os sonhos em azuis.
cores que não tem nome
e nomes que não tem cor.
fotografias entre alegrias
o padrão infinitamente aleatório
das nuvens que pesam na água.
é a leveza absurda que sinto
quando você me abraça.
é o peso insuportável
-que não minto-
da distância
que resiste.
how would
you call
something
you can't
see
more often?
hoje passei o dia meio acordado meio dormindo e devo admitir que é horrível.
hoje passei o dia meio vazio e incompleto e pensando em como você é incrível.
hoje pensei que é possível estar longe de uma pessoa e ainda no mesmo nível.
hoje eu vou acabar com esse texto que não sei até que ponto ele é suscetível.
so she said...
but then
i saw the purple.
don't know
if its aura.
i've never
-perhaps-
seen aura.
how would
you call
something
you've never
seen?
o olho pesa a luz,
a pálpebra pesa
de sono que pesa
os sonhos em azuis.
cores que não tem nome
e nomes que não tem cor.
fotografias entre alegrias
o padrão infinitamente aleatório
das nuvens que pesam na água.
é a leveza absurda que sinto
quando você me abraça.
é o peso insuportável
-que não minto-
da distância
que resiste.
how would
you call
something
you can't
see
more often?
hoje passei o dia meio acordado meio dormindo e devo admitir que é horrível.
hoje passei o dia meio vazio e incompleto e pensando em como você é incrível.
hoje pensei que é possível estar longe de uma pessoa e ainda no mesmo nível.
hoje eu vou acabar com esse texto que não sei até que ponto ele é suscetível.
Assinar:
Postagens (Atom)
