terça-feira, 11 de novembro de 2008

ensaio

vamos então ao que interessa:
a problema da linguagem
e a liguagem do problema.
capital é investido às pessoas
(agora chamadas de organizadoras)
pequena parte para as outras
(agora chamadas criadoras)
mas a criação é meramente ilustrativa.
(melhor, chamada criativa.)
o problema é basear a criação
numa então chamada "cultura de massas"
meramente inspirada em instituições
que possuem o capital inicial
(não a chamada banda).
pois bem, a pirâmide invertida
da cadeia alimentar
(a cadeia, prisão, chamada criação)
entrará, em breve em colapso.
o inevitável declínio.
sem sustentação emocional,
estética e/ou criativa, caos.
mas é óbvio que a obviedade
não é exatamente essa.
(tudo menos o óbvio)
o que chamaremos de mercado,
mercado de mentes, ou idéias,
controla em um mundo de ignorantes,
pessoas fisgadas por um anzol de diamantes.
dias, mentes, dólar, colar, fisgar entre dentes.
(nevermind, nirvana, never forget)
mas não nos desviemos do foco.
o oriente, em sua superpopulação
de superconsumidores superdesorientados
compram e produzem superprodutos,
transformando-se assim em superpotências!
super... agora, seguinte: produção criativa
que não se esgota, não se endivida, é dividida
enfim, consumida.
paga-se ao organizador ou ao criador?
a criação é o maior pagamento do criador?
o criador é o maior pagamento do organizador?
o orgasmo é o maior pagamento do sexo?
eu não estou sendo pago nem estou pagando.
quer dizer, todo mundo paga pra viver.
eu queria viver de luz, e ser uma árvore,
e não pagar nada além de ficar parada....
quero uma parede e um vazio.
mas o vazio do buraco do prego,
então recheado de metal e, finalmente,
sustentando uma pintura qualquer,
mas que foi pensada, imaginada,
idealizada, ativada, criativa e criada.

2 comentários:

caiopaixao disse...

o criador tá no céu, o consumidor ta nas ricardo elétro, aliais q ta com uma promoção massa 999 uma tela plana de lcd! mlk vou comprar! e as árvores somo nozes.

isadora disse...

um dos meus preferidos

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